O debate tributário brasileiro ganhou novos contornos e passou a ocupar espaço relevante nas decisões patrimoniais de muitas famílias.
Um ambiente tributário em transformação
As recentes aprovações de regras de tributação de lucros de até 10% para empresários (Lei nº 15.270/2025) e de receitas internacionais de 15% (Lei nº 14.754/2023), além da proposta de Imposto sobre Grandes Fortunas de até 3% (Projeto de Lei Complementar nº 5/2026), têm levado investidores e empresários brasileiros a refletir com mais profundidade sobre previsibilidade, proteção patrimonial e eficiência fiscal.
Um movimento ainda silencioso
Nesse contexto, um movimento começa a se tornar perceptível: famílias brasileiras estão reorganizando suas estruturas e, em alguns casos, a própria residência fiscal, como parte de um planejamento de longo prazo.
Não se trata de abandonar o Brasil, mas de ampliar estratégias. O planejamento internacional deixou de ser uma medida excepcional para se tornar uma ferramenta legítima de organização patrimonial, especialmente para quem já possui ou pretende realizar investimentos no exterior.
Planejamento exige método, não improviso
Esse tipo de decisão demanda análise criteriosa. Aspectos tributários, sucessórios, societários e regulatórios precisam estar alinhados para garantir segurança jurídica e coerência econômica.
Por essa razão, o redomicílio fiscal se tornou uma alternativa a ser considerada por famílias e empresas. Algumas jurisdições vêm se destacando pela proximidade do Brasil, pela previsibilidade de suas regras e pela clareza de seus regimes fiscais, como o Uruguai e o Paraguai.
Como podemos ajudar
O Laureano Advogados assessora famílias empresárias e investidores na avaliação e na implementação de estratégias patrimoniais e fiscais, no Brasil e no exterior, sempre com foco em segurança jurídica e planejamento de longo prazo.
Nos demais artigos desta série, examinamos jurisdições específicas, como o Uruguai e o Paraguai. Conheça nossa atuação em Redomicílio Fiscal.